Baixo e contrabaixo: entenda a diferença e saiba como escolher!

Homem de pé tocando um contrabaixo elétrico
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Você sabe distinguir um baixo de um contrabaixo? Na verdade, esses são dois nomes para o mesmo instrumento. Não existe, na prática, nenhuma diferença entre eles. Por isso, é comum existirem dúvidas na hora de escolher entre um ou outro. Ambos diferem apenas do contrabaixo acústico vertical, utilizado na música clássica. Fora isso, existem algumas outras características de tom e captação de áudio que são interessantes considerar antes de investir em um dos modelo.

Em geral, podemos dizer que baixos e contrabaixos têm um timbre grave e servem para unir ritmo e melodia, trazendo harmonia e corpo para as composições. Por isso, existem estilos musicais que combinam melhor com um ou outro instrumento.

Quer aprender mais sobre eles e descobrir qual modelo é mais adequado para seus objetivos na música? Fique conosco e confira esses detalhes na sequência!

Quais as diferenças entre baixo e contrabaixo?

Para começar, precisamos destacar que o nome dos instrumentos está ligado à classificação da voz na música clássica, sendo baixo a designação dada às emissões masculinas mais graves do agrupamento vocal.

Contrabaixos acústicos verticais produzem um som mais clássico, acionado pela vibração produzida pelas cordas ao serem pressionadas contra o arco resinado. Suas notas costumam ressoar uma oitava abaixo das descritas na tablatura.

Já os baixos elétricos necessitam de amplificação externa para a propagação do som e podem ter captação ativa ou passiva. Eles surgiram somente na década de 50 e também reproduzem o som uma oitava abaixo.

O que captação ativa e passiva?

Como mencionamos, os baixos elétricos dispõem de um circuito de captação, ativa ou passiva. A diferença, na prática, está no tipo de som que será emitido, sendo o da captação passiva mais natural e o da ativa sujeito a maiores regulagens de timbres.

O sistema passivo utiliza grandes ímãs para capturar o som e mandá-lo para o amplificador. O timbre é um pouco menor e os slaps podem ser baixos, mas o problema pode ser facilmente resolvido com um pré-amplificador. A madeira do corpo, nesses casos, gera maior interferência. Por isso, o som resultante é mais aveludado e orgânico.

Nos baixos com captação ativa, o som é capturado com a ajuda de uma ou duas baterias de 9 volts. As notas se propagam com menos ruídos e os timbres podem passar por diferentes modulações. Uma desvantagem é que você precisará trocar as baterias de tempos em tempos e ficar atento para que elas não acabem ou falhem no meio de uma apresentação.

Não existe certo ou errado na hora de optar por um dos modelos. Tudo dependerá do seu gosto pessoal e em qual estilo ele será utilizado. No entanto, por terem um circuito simplificado, os baixos passivos podem ser uma boa escolha, se você não estiver em condições de ter um baixo ativo de maior qualidade no momento.

Para quais estilos cada instrumento é indicado?

Os contrabaixos verticais são mais indicados para a música clássica — como suporte para o violino ou viola — e apresentações de jazz. Os baixos elétricos harmonizam com diversos estilos musicais e fazem ótima parceria com a guitarra, como no rock, metal, funk, pop, reggae, etc.

Por serem mais diversificados, citaremos a seguir, alguns modelos de baixos elétricos, para auxiliar na sua escolha:

  • captação ativa — Fender Dimension Bass, Ibanez SR e Music Man Sabre e Bongo;
  • captação passiva — Fender Precision Bass, Jaguar Bass e Jazz Bass.

Como percebemos neste artigo os contrabaixos apresentam diversas particularidades quanto à funcionalidade, captação e timbre dos sons emitidos. Esperamos que agora, com essas informações em mãos, você consiga pesquisar melhor e escolher o modelo ideal para o seu bolso, gosto pessoal e estilo musical preferido.

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